Tráfego pago para médicos é o conjunto de anúncios que leva o paciente até o consultório: a pesquisa do Google (quem já procura "cardiologista em [cidade]"), o Instagram e o Facebook (quem ainda não procurou), e, em casos específicos, o YouTube. A pergunta certa não é "Google ou Meta", mas "quanto de cada um, para qual especialidade, levando para qual página". Médicos perdem dinheiro no tráfego pago por três motivos repetidos: anunciam a clínica em vez da queixa, mandam o clique para a Home, e desconhecem a política de saúde do Google e as regras do CFM, que reprovam anúncio e, às vezes, a conta.
Este artigo é o método completo de tráfego pago para médicos: a divisão do orçamento entre pesquisa e redes, a estrutura de campanhas por especialidade e por motivo de consulta, as regras (política de saúde do Google, políticas da Meta, Resolução CFM 2.336/2023), a página de destino que converte, o leilão por especialidade com a régua de concorrência, o custo por paciente de referência e os erros que mais custam. Os valores são faixas de mercado; cada cidade e cada especialidade têm o próprio leilão.
Tráfego pago para médicos: pesquisa primeiro, redes como apoio
O paciente que decide marcar consulta pesquisa. Ele digita a especialidade e a cidade ("ortopedista em Campinas"), a queixa ("dor no joelho médico"), o procedimento ("ecocardiograma particular") ou a modalidade ("dermatologista online"). O anúncio na pesquisa responde a essa intenção no momento em que ela existe; o anúncio nas redes tenta criar a intenção em quem estava vendo outra coisa. Na medicina, a diferença de custo por paciente entre os dois é de duas a quatro vezes.
| Canal | O que faz bem para o médico | O que faz mal | Parte do orçamento |
|---|---|---|---|
| Google Ads (pesquisa) | Captar quem já procura a especialidade, a queixa ou o procedimento; resultado no dia 1 | Buscas informativas ("sintomas de…") se não houver negativas | 60% a 80% |
| Meta Ads (Instagram/Facebook) | Lembrança local, teleconsulta, procedimentos eletivos, conteúdo do médico | Captação direta de consulta; formulários com dado de saúde; segmentação por condição (proibida) | 15% a 30% |
| YouTube | Especialidades com decisão longa (cirurgia, fertilidade) e vídeo do médico | Alcance genérico | 0% a 10% |
| Display e Performance Max | Quase nada para consultório | Gasto em sites e apps sem intenção | 0% |
Por que o Google vem primeiro
- A intenção já existe: o custo por contato é menor e a conversão em consulta é maior (40% a 60% contra 25% a 45% na Meta).
- A política de saúde é restritiva nos dois, mas na pesquisa a segmentação é pela busca, o que dispensa públicos por condição (proibidos).
- O termo de pesquisa mostra, toda semana, quais páginas faltam no site; o anúncio vira pesquisa de mercado.
O papel da Meta, com as restrições de saúde e os criativos que passam, está detalhado em Meta Ads para psiquiatras e vale para as demais especialidades.
Tráfego pago para médicos: campanha por especialidade e por motivo de consulta
A unidade do tráfego pago para médicos não é a clínica; é a combinação especialidade + motivo + cidade. "Clínica médica em [cidade]" é uma busca pequena e genérica; "cardiologista em [cidade]", "check-up cardiológico", "ecocardiograma particular" e "dor no peito médico" são quatro buscas diferentes, com leilões e páginas diferentes.
Estrutura recomendada
- Uma campanha por especialidade (ou por médico, em clínica): orçamento, geografia e horário próprios.
- Grupos de anúncio por motivo: especialidade geral; cada queixa principal; cada procedimento ou exame; teleconsulta; convênio (se atender).
- Campanha de marca (nome do médico e da clínica), barata, para não deixar o concorrente aparecer acima do próprio nome.
- Teleconsulta em campanha separada, com geografia estadual ou nacional.
- Só rede de pesquisa: parceiros de pesquisa e display desligados.
Exemplo: cardiologia
| Grupo | Palavras-chave (frase/exata) | Página de destino |
|---|---|---|
| Cardiologista geral | cardiologista [cidade], cardiologista particular, consulta cardiologista | Página da especialidade |
| Check-up | check-up cardiológico, avaliação cardiológica, exames do coração | Página do check-up |
| Ecocardiograma | ecocardiograma particular, eco [cidade], valor ecocardiograma | Página do exame |
| Pressão alta | médico para pressão alta, hipertensão cardiologista | Página da queixa |
| Teleconsulta | cardiologista online, teleconsulta cardiologia | Página de teleconsulta |
Negativas que todo médico precisa
- Gratuito e público: sus, grátis, gratuito, ubs, upa, popular, prefeitura, convênio (se não atender).
- Informação e emprego: o que é, sintomas, causas, significado, salário, concurso, residência, curso, faculdade, vaga.
- Medicamentos e exames fora do escopo; outras especialidades; cidades fora do raio.
- Urgência: 24 horas, emergência, plantão, agora (salvo serviço de urgência real).
A régua de leilão por especialidade e a calculadora estão em agência de Google Ads para médicos.
Tráfego pago para médicos: política de saúde do Google, políticas da Meta e CFM
O tráfego pago para médicos é o mais regulado do mercado, e as três camadas de regra se somam: a política de saúde do Google decide se o anúncio roda, as políticas da Meta decidem o que pode ser segmentado e dito nas redes, e a Resolução CFM 2.336/2023 decide o que o médico pode divulgar em qualquer lugar.
| Regra | Fonte | O que muda no anúncio |
|---|---|---|
| Sem segmentar por condição de saúde; sem remarketing para visitantes de páginas de condição | Google (categorias sensíveis) e Meta | Segmentação pela busca e pela região; sem públicos de "interesse em diabetes" |
| Sem atributos pessoais no texto | Google e Meta | Proibido "Você tem diabetes?"; permitido "Endocrinologista em [cidade]" |
| Medicamento de prescrição: proibido anunciar | Google (Brasil) | Negativar nomes de medicamentos; nunca no texto |
| Prestador identificável na página de destino | Google (serviços de saúde) | Nome, CRM, RQE, endereço e telefone visíveis; landing page anônima reprova |
| Especialidade só com RQE | CFM 2.336/2023, art. 4º | "Cardiologista" só com RQE; sem RQE, "médico" |
| Preço da consulta pode ser divulgado; promessa, sensacionalismo e autopromoção não | CFM 2.336/2023 | Valor no anúncio é permitido; "o melhor", "cura", "garantido" não |
| Antes e depois: só educativo, com critérios; proibido em anúncio | CFM 2.336/2023 (art. 14) e políticas das plataformas | Nunca em criativo pago; corpo exposto reprova |
| Depoimento de paciente em anúncio | CFM e bom senso | Não usar em tráfego pago |
| Sorteio, premiação, venda casada | CFM 2.336/2023, art. 9º | Sem "sorteio de consulta", sem "indique e ganhe" |
Conta e verificação
- Conta de anúncios no nome do médico ou da clínica (CNPJ), verificada; a agência opera como convidada.
- Página de destino no domínio do médico; política de privacidade; formulário mínimo.
- Reprovação: corrigir o item e pedir revisão; nunca abrir conta nova para contornar (suspensão permanente).
As regras gerais de publicidade médica estão em médico pode fazer propaganda; o detalhe da conta de Google Ads para médicos em como fazer Google Ads para médicos.
Tráfego pago para médicos: a página de destino que converte o clique em consulta
Metade do resultado do tráfego pago para médicos está na página que recebe o clique. O mesmo orçamento, com a mesma palavra-chave, gera o dobro de consultas quando a página responde à busca, identifica o médico e permite marcar em um passo. Home genérica e landing page solta são as duas formas mais comuns de desperdiçar o clique.
A página por motivo de consulta
- Título igual à busca e ao anúncio: "Cardiologista em [cidade]" ou "Ecocardiograma particular em [cidade]".
- Primeira frase com a resposta: quem (nome, CRM, RQE), o que, onde, presencial e online, valor, como marcar.
- Jornada do Paciente de três cliques (motivo, modalidade, horário) que abre o WhatsApp com a mensagem pronta; telefone visível.
- Como é a consulta ou o exame, em passos; preparo; duração; o que levar.
- Dúvidas frequentes do motivo, com dados estruturados.
- Prova permitida: formação, RQE, nota do Perfil da Empresa; sem depoimento.
- Menu e rodapé do site: a conferência do médico continua possível.
- Carregamento abaixo de 2 segundos no celular; HTTPS; sem pixel de rede social em página de condição.
Medição sem ferir o sigilo
- Conversão = clique no WhatsApp, clique no telefone, envio da Jornada; sem armazenar conteúdo de mensagem.
- No consultório: contatos → consultas marcadas → comparecimento → retorno, por origem.
- Sem importar lista de pacientes para plataformas; sem remarketing.
| Destino | Contatos por 100 cliques | Contato → consulta | Custo por paciente (mesmo CPC) |
|---|---|---|---|
| Home genérica | 1 a 3 | 30% a 45% | R$ 300 a R$ 1.200 |
| Landing page solta (fora do site) | 2 a 5 | 30% a 45% | R$ 250 a R$ 900 |
| Página por motivo dentro do site | 4 a 8 | 40% a 60% | R$ 100 a R$ 450 |
Por que a landing page fora do site não resolve está em landing page para psiquiatras, e vale para qualquer especialidade.
Tráfego pago para médicos: leilão por especialidade, orçamento e custo por paciente
Cada especialidade médica é um leilão diferente no Google. A KOP classifica os mercados em quatro faixas de concorrência, com CPC e orçamento diário de referência, em vez de confiar no Planejador de Palavras-chave, que costuma subestimar o leilão de saúde. Os números abaixo são a régua de referência; o leilão real aparece nas primeiras quatro semanas de campanha.
| Faixa de concorrência | CPC de referência | Orçamento diário de referência | Especialidades típicas |
|---|---|---|---|
| Menos concorrido | R$ 4 | R$ 400 | Laboratórios, exames específicos em cidades médias |
| Concorrido | R$ 8 | R$ 600 | Clínicas médicas, pediatria, neurologia, cardiologia, gastroenterologia, dentistas |
| Mais concorrido | R$ 14 | R$ 800 | Psiquiatria, dermatologia, urologia, oftalmologia, neurocirurgia, psicologia |
| Extremamente concorrido | R$ 25 | R$ 1.200 | Cirurgia plástica, hospitais, clínicas de estética, implantes dentários |
Como ler a régua
- O orçamento diário de referência é o que faz a campanha aparecer o dia inteiro na faixa; abaixo dele, o anúncio some no meio da tarde e o algoritmo não aprende.
- Teste de 60 dias: de R$ 900 a R$ 3.000 por mês em mídia em cidades médias; capitais e especialidades "mais concorridas" começam acima disso.
- Operação contínua de consultório: R$ 2.000 a R$ 8.000 por mês; clínicas e hospitais, acima de R$ 8.000.
A conta do paciente
| Indicador | Faixa de mercado |
|---|---|
| Contatos por 100 cliques (página por motivo) | 4 a 8 |
| Contato que vira consulta | 40% a 60% |
| Comparecimento com lembrete | 70% a 85% |
| Custo por paciente novo | R$ 100 a R$ 600 conforme a faixa |
| Valor de um paciente em 12 meses (consulta R$ 250 a R$ 800; retornos; exames; procedimentos) | R$ 800 a R$ 6.000; procedimentos eletivos muito acima |
A simulação por especialidade, com a régua aplicada, está em agência de Google Ads para médicos; quanto investir em geral, em quanto investir no Google Ads para ter resultado.
Tráfego pago para médicos nas redes: Meta e YouTube no lugar certo
A Meta e o YouTube têm papel no tráfego pago para médicos, desde que não sejam cobrados pelo que não fazem. Eles não captam quem decidiu marcar hoje; eles fazem o nome do médico existir antes da pesquisa, abrem a teleconsulta e sustentam decisões longas (procedimentos eletivos, cirurgias, tratamentos continuados).
Meta Ads para médicos
- Segmentação geográfica e por idade; nenhum interesse ligado a condição de saúde (proibido); nenhum formulário com dado de saúde.
- Criativo: o médico real explicando como é a consulta, o exame ou a teleconsulta, com CRM e RQE; sem paciente, sem antes e depois, sem promessa.
- Destino: página do site ou WhatsApp com mensagem pré-preenchida; conversão medida no consultório ("como conheceu?").
- Orçamento: R$ 500 a R$ 1.500 por mês somados ao Google; mais para teleconsulta nacional ou procedimentos eletivos.
YouTube para médicos
- Faz sentido em especialidades de decisão longa: cirurgia plástica, bariátrica, fertilidade, ortopedia cirúrgica, odontologia de implantes.
- Vídeo do médico explicando o procedimento, riscos e processo, dentro do CFM; sem antes e depois em anúncio.
- Segmentação por busca no YouTube e por tema; destino na página do procedimento.
O que medir nas redes
| Indicador | Referência |
|---|---|
| Custo por clique | R$ 0,80 a R$ 4 (Meta); R$ 0,10 a R$ 0,50 por visualização (YouTube) |
| Contatos por 100 cliques | 1 a 5 |
| Contato → consulta | 25% a 45% |
| Efeito indireto | Buscas pelo nome do médico subindo no Search Console |
Como integrar as redes ao sistema de captação de um consultório está em como conseguir mais pacientes na psiquiatria, com lógica válida para qualquer especialidade.
Tráfego pago para médicos: erros que custam caro e a rotina que funciona
Os erros do tráfego pago para médicos são previsíveis e repetidos. A rotina semanal abaixo evita a maioria deles e é o que diferencia uma conta que se paga de uma conta que queima orçamento.
Erros
- Anunciar "clínica" em vez de especialidade e motivo.
- Mandar todos os cliques para a Home ou para uma landing page anônima.
- Correspondência ampla sem negativas: orçamento em "sintomas", "salário", "SUS".
- Display, parceiros de pesquisa e Performance Max ligados "por padrão".
- Texto que fala da condição do leitor; medicamento no texto; "o melhor".
- Conta no nome da agência; sem acesso do médico.
- Lance automático por conversão antes de 30 conversões por mês.
- Sem resposta em 5 minutos: metade dos contatos marca em outro lugar.
- Desligar na segunda semana: o leilão leva 4 a 6 semanas para estabilizar.
- Não perguntar "como conheceu o consultório" na recepção.
Rotina semanal
- Ler os termos de pesquisa e adicionar negativas.
- Conferir aprovação de anúncios e índice de qualidade (7 a 10).
- Comparar custo por contato por grupo; realocar orçamento.
- Conferir, com a recepção, contatos → consultas → comparecimento por origem.
- Criar a página que o termo de pesquisa mostrou que falta.
Indicadores mensais
| Indicador | Referência |
|---|---|
| Taxa de clique na pesquisa | Acima de 5% |
| Índice de qualidade | 7 a 10 |
| Contatos por 100 cliques | 4 a 8 |
| Custo por paciente novo | Dentro da faixa da especialidade; caindo |
| Participação do orgânico e do mapa nos pacientes novos | Crescendo até dividir com o anúncio no mês 9 a 12 |
A rotina para não perder dinheiro, em detalhe, está em como não perder dinheiro no Google Ads; a decisão de investir ou não, em vale a pena investir no Google Ads.
Perguntas sobre tráfego pago para médicos
Como fazer tráfego pago para médicos
Com 60% a 80% do orçamento na pesquisa do Google, uma campanha por especialidade e grupos por motivo de consulta (queixa, exame, procedimento, teleconsulta), negativas desde o primeiro dia, Meta como apoio, página de destino por motivo dentro do site do médico e tudo dentro da política de saúde do Google e da Resolução CFM 2.336/2023.
Médico pode fazer tráfego pago
Pode: consulta, exame e procedimento são serviços de saúde permitidos nas plataformas. Não pode segmentar por condição de saúde, anunciar medicamento, prometer resultado, usar antes e depois em anúncio, anunciar especialidade sem RQE nem fazer sorteio; a página de destino precisa identificar o médico.
Google Ads ou Instagram para médicos
Google primeiro: a intenção já existe e o custo por paciente é de duas a quatro vezes menor. Instagram como apoio para lembrança local, teleconsulta e procedimentos eletivos, com 15% a 30% do orçamento.
Quanto custa tráfego pago para médicos
Em faixa de mercado, CPC de R$ 4 a R$ 25 conforme a concorrência da especialidade, teste de R$ 900 a R$ 3.000 por mês, operação de R$ 2.000 a R$ 8.000 por mês, e custo por paciente novo de R$ 100 a R$ 600.
Qual especialidade tem o leilão mais caro
Cirurgia plástica, hospitais, clínicas de estética e implantes dentários (CPC de referência R$ 25); psiquiatria, dermatologia, urologia, oftalmologia e neurocirurgia ficam na faixa de R$ 14; clínicas médicas, pediatria, cardiologia e dentistas em R$ 8.
Por que o anúncio do médico foi reprovado
Em geral por texto que presume a condição do leitor, nome de medicamento, promessa, antes e depois, ou página de destino sem CRM, RQE, endereço e telefone. Corrigir e pedir revisão; nunca abrir conta nova para contornar.
Landing page funciona para tráfego pago de médicos
Fora do site, não: não acumula autoridade, costuma ser reprovada por não identificar o prestador e perde o paciente que quer conferir o médico. O destino certo é a página do motivo de consulta dentro do site.
Resumo · tráfego pago para médicos
- Pesquisa primeiro (60% a 80%), Meta como apoio (15% a 30%), YouTube para decisões longas, display e Performance Max desligados.
- Campanha por especialidade, grupos por motivo: queixa, exame, procedimento, teleconsulta, marca; negativas desde o dia 1.
- Três camadas de regra: política de saúde do Google, políticas da Meta e Resolução CFM 2.336/2023 (RQE, preço permitido, sem promessa, sem antes e depois em anúncio).
- Página por motivo dentro do site: identidade, resposta, Jornada do Paciente, velocidade; 4 a 8 contatos por 100 cliques.
- Régua de leilão: R$ 4 / R$ 8 / R$ 14 / R$ 25 de CPC; R$ 400 a R$ 1.200 por dia; custo por paciente de R$ 100 a R$ 600.
- Redes no lugar certo: médico real, sem paciente, sem promessa; medição no consultório.
- Rotina semanal: termos de pesquisa, negativas, índice de qualidade, custo por contato, recepção perguntando "como conheceu".
Tráfego pago para médicos é pesquisa do Google por especialidade e motivo, página de destino do médico, regras respeitadas e rotina semanal; as redes entram como apoio. O Grupo KOP opera Google Ads para médicos sobre sites próprios desde 2016, com Jornada do Paciente por página e garantia de primeira página no orgânico; o serviço está em agência de Google Ads, a régua por especialidade em agência de Google Ads para médicos e o método para a saúde em marketing para médicos.