Google Ads · Tráfego pago por mercado

Como fazer tráfego pago para médicos?

Tráfego pago para médicos funciona quando a pesquisa do Google recebe a maior parte do orçamento, cada especialidade e queixa tem campanha e página próprias, a Meta entra como apoio e tudo segue a política de saúde do Google e o CFM.

Renan Quintanilia, fundador do Grupo KOP, autor do artigo Como fazer tráfego pago para médicos
Renan QuintaniliaFundador · Grupo KOP
Publicado em 22 de outubro de 2026Google Ads · 14 min de leitura

Tráfego pago para médicos é o conjunto de anúncios que leva o paciente até o consultório: a pesquisa do Google (quem já procura "cardiologista em [cidade]"), o Instagram e o Facebook (quem ainda não procurou), e, em casos específicos, o YouTube. A pergunta certa não é "Google ou Meta", mas "quanto de cada um, para qual especialidade, levando para qual página". Médicos perdem dinheiro no tráfego pago por três motivos repetidos: anunciam a clínica em vez da queixa, mandam o clique para a Home, e desconhecem a política de saúde do Google e as regras do CFM, que reprovam anúncio e, às vezes, a conta.

Este artigo é o método completo de tráfego pago para médicos: a divisão do orçamento entre pesquisa e redes, a estrutura de campanhas por especialidade e por motivo de consulta, as regras (política de saúde do Google, políticas da Meta, Resolução CFM 2.336/2023), a página de destino que converte, o leilão por especialidade com a régua de concorrência, o custo por paciente de referência e os erros que mais custam. Os valores são faixas de mercado; cada cidade e cada especialidade têm o próprio leilão.

Tráfego pago para médicos: pesquisa primeiro, redes como apoio

O paciente que decide marcar consulta pesquisa. Ele digita a especialidade e a cidade ("ortopedista em Campinas"), a queixa ("dor no joelho médico"), o procedimento ("ecocardiograma particular") ou a modalidade ("dermatologista online"). O anúncio na pesquisa responde a essa intenção no momento em que ela existe; o anúncio nas redes tenta criar a intenção em quem estava vendo outra coisa. Na medicina, a diferença de custo por paciente entre os dois é de duas a quatro vezes.

CanalO que faz bem para o médicoO que faz malParte do orçamento
Google Ads (pesquisa)Captar quem já procura a especialidade, a queixa ou o procedimento; resultado no dia 1Buscas informativas ("sintomas de…") se não houver negativas60% a 80%
Meta Ads (Instagram/Facebook)Lembrança local, teleconsulta, procedimentos eletivos, conteúdo do médicoCaptação direta de consulta; formulários com dado de saúde; segmentação por condição (proibida)15% a 30%
YouTubeEspecialidades com decisão longa (cirurgia, fertilidade) e vídeo do médicoAlcance genérico0% a 10%
Display e Performance MaxQuase nada para consultórioGasto em sites e apps sem intenção0%

Por que o Google vem primeiro

  • A intenção já existe: o custo por contato é menor e a conversão em consulta é maior (40% a 60% contra 25% a 45% na Meta).
  • A política de saúde é restritiva nos dois, mas na pesquisa a segmentação é pela busca, o que dispensa públicos por condição (proibidos).
  • O termo de pesquisa mostra, toda semana, quais páginas faltam no site; o anúncio vira pesquisa de mercado.

O papel da Meta, com as restrições de saúde e os criativos que passam, está detalhado em Meta Ads para psiquiatras e vale para as demais especialidades.

Tráfego pago para médicos: campanha por especialidade e por motivo de consulta

A unidade do tráfego pago para médicos não é a clínica; é a combinação especialidade + motivo + cidade. "Clínica médica em [cidade]" é uma busca pequena e genérica; "cardiologista em [cidade]", "check-up cardiológico", "ecocardiograma particular" e "dor no peito médico" são quatro buscas diferentes, com leilões e páginas diferentes.

Estrutura recomendada

  1. Uma campanha por especialidade (ou por médico, em clínica): orçamento, geografia e horário próprios.
  2. Grupos de anúncio por motivo: especialidade geral; cada queixa principal; cada procedimento ou exame; teleconsulta; convênio (se atender).
  3. Campanha de marca (nome do médico e da clínica), barata, para não deixar o concorrente aparecer acima do próprio nome.
  4. Teleconsulta em campanha separada, com geografia estadual ou nacional.
  5. Só rede de pesquisa: parceiros de pesquisa e display desligados.

Exemplo: cardiologia

GrupoPalavras-chave (frase/exata)Página de destino
Cardiologista geralcardiologista [cidade], cardiologista particular, consulta cardiologistaPágina da especialidade
Check-upcheck-up cardiológico, avaliação cardiológica, exames do coraçãoPágina do check-up
Ecocardiogramaecocardiograma particular, eco [cidade], valor ecocardiogramaPágina do exame
Pressão altamédico para pressão alta, hipertensão cardiologistaPágina da queixa
Teleconsultacardiologista online, teleconsulta cardiologiaPágina de teleconsulta

Negativas que todo médico precisa

  • Gratuito e público: sus, grátis, gratuito, ubs, upa, popular, prefeitura, convênio (se não atender).
  • Informação e emprego: o que é, sintomas, causas, significado, salário, concurso, residência, curso, faculdade, vaga.
  • Medicamentos e exames fora do escopo; outras especialidades; cidades fora do raio.
  • Urgência: 24 horas, emergência, plantão, agora (salvo serviço de urgência real).

A régua de leilão por especialidade e a calculadora estão em agência de Google Ads para médicos.

Tráfego pago para médicos: política de saúde do Google, políticas da Meta e CFM

O tráfego pago para médicos é o mais regulado do mercado, e as três camadas de regra se somam: a política de saúde do Google decide se o anúncio roda, as políticas da Meta decidem o que pode ser segmentado e dito nas redes, e a Resolução CFM 2.336/2023 decide o que o médico pode divulgar em qualquer lugar.

RegraFonteO que muda no anúncio
Sem segmentar por condição de saúde; sem remarketing para visitantes de páginas de condiçãoGoogle (categorias sensíveis) e MetaSegmentação pela busca e pela região; sem públicos de "interesse em diabetes"
Sem atributos pessoais no textoGoogle e MetaProibido "Você tem diabetes?"; permitido "Endocrinologista em [cidade]"
Medicamento de prescrição: proibido anunciarGoogle (Brasil)Negativar nomes de medicamentos; nunca no texto
Prestador identificável na página de destinoGoogle (serviços de saúde)Nome, CRM, RQE, endereço e telefone visíveis; landing page anônima reprova
Especialidade só com RQECFM 2.336/2023, art. 4º"Cardiologista" só com RQE; sem RQE, "médico"
Preço da consulta pode ser divulgado; promessa, sensacionalismo e autopromoção nãoCFM 2.336/2023Valor no anúncio é permitido; "o melhor", "cura", "garantido" não
Antes e depois: só educativo, com critérios; proibido em anúncioCFM 2.336/2023 (art. 14) e políticas das plataformasNunca em criativo pago; corpo exposto reprova
Depoimento de paciente em anúncioCFM e bom sensoNão usar em tráfego pago
Sorteio, premiação, venda casadaCFM 2.336/2023, art. 9ºSem "sorteio de consulta", sem "indique e ganhe"

Conta e verificação

  • Conta de anúncios no nome do médico ou da clínica (CNPJ), verificada; a agência opera como convidada.
  • Página de destino no domínio do médico; política de privacidade; formulário mínimo.
  • Reprovação: corrigir o item e pedir revisão; nunca abrir conta nova para contornar (suspensão permanente).

As regras gerais de publicidade médica estão em médico pode fazer propaganda; o detalhe da conta de Google Ads para médicos em como fazer Google Ads para médicos.

Tráfego pago para médicos: a página de destino que converte o clique em consulta

Metade do resultado do tráfego pago para médicos está na página que recebe o clique. O mesmo orçamento, com a mesma palavra-chave, gera o dobro de consultas quando a página responde à busca, identifica o médico e permite marcar em um passo. Home genérica e landing page solta são as duas formas mais comuns de desperdiçar o clique.

A página por motivo de consulta

  1. Título igual à busca e ao anúncio: "Cardiologista em [cidade]" ou "Ecocardiograma particular em [cidade]".
  2. Primeira frase com a resposta: quem (nome, CRM, RQE), o que, onde, presencial e online, valor, como marcar.
  3. Jornada do Paciente de três cliques (motivo, modalidade, horário) que abre o WhatsApp com a mensagem pronta; telefone visível.
  4. Como é a consulta ou o exame, em passos; preparo; duração; o que levar.
  5. Dúvidas frequentes do motivo, com dados estruturados.
  6. Prova permitida: formação, RQE, nota do Perfil da Empresa; sem depoimento.
  7. Menu e rodapé do site: a conferência do médico continua possível.
  8. Carregamento abaixo de 2 segundos no celular; HTTPS; sem pixel de rede social em página de condição.

Medição sem ferir o sigilo

  • Conversão = clique no WhatsApp, clique no telefone, envio da Jornada; sem armazenar conteúdo de mensagem.
  • No consultório: contatos → consultas marcadas → comparecimento → retorno, por origem.
  • Sem importar lista de pacientes para plataformas; sem remarketing.
DestinoContatos por 100 cliquesContato → consultaCusto por paciente (mesmo CPC)
Home genérica1 a 330% a 45%R$ 300 a R$ 1.200
Landing page solta (fora do site)2 a 530% a 45%R$ 250 a R$ 900
Página por motivo dentro do site4 a 840% a 60%R$ 100 a R$ 450

Por que a landing page fora do site não resolve está em landing page para psiquiatras, e vale para qualquer especialidade.

Tráfego pago para médicos: leilão por especialidade, orçamento e custo por paciente

Cada especialidade médica é um leilão diferente no Google. A KOP classifica os mercados em quatro faixas de concorrência, com CPC e orçamento diário de referência, em vez de confiar no Planejador de Palavras-chave, que costuma subestimar o leilão de saúde. Os números abaixo são a régua de referência; o leilão real aparece nas primeiras quatro semanas de campanha.

Faixa de concorrênciaCPC de referênciaOrçamento diário de referênciaEspecialidades típicas
Menos concorridoR$ 4R$ 400Laboratórios, exames específicos em cidades médias
ConcorridoR$ 8R$ 600Clínicas médicas, pediatria, neurologia, cardiologia, gastroenterologia, dentistas
Mais concorridoR$ 14R$ 800Psiquiatria, dermatologia, urologia, oftalmologia, neurocirurgia, psicologia
Extremamente concorridoR$ 25R$ 1.200Cirurgia plástica, hospitais, clínicas de estética, implantes dentários

Como ler a régua

  • O orçamento diário de referência é o que faz a campanha aparecer o dia inteiro na faixa; abaixo dele, o anúncio some no meio da tarde e o algoritmo não aprende.
  • Teste de 60 dias: de R$ 900 a R$ 3.000 por mês em mídia em cidades médias; capitais e especialidades "mais concorridas" começam acima disso.
  • Operação contínua de consultório: R$ 2.000 a R$ 8.000 por mês; clínicas e hospitais, acima de R$ 8.000.

A conta do paciente

IndicadorFaixa de mercado
Contatos por 100 cliques (página por motivo)4 a 8
Contato que vira consulta40% a 60%
Comparecimento com lembrete70% a 85%
Custo por paciente novoR$ 100 a R$ 600 conforme a faixa
Valor de um paciente em 12 meses (consulta R$ 250 a R$ 800; retornos; exames; procedimentos)R$ 800 a R$ 6.000; procedimentos eletivos muito acima

A simulação por especialidade, com a régua aplicada, está em agência de Google Ads para médicos; quanto investir em geral, em quanto investir no Google Ads para ter resultado.

Tráfego pago para médicos nas redes: Meta e YouTube no lugar certo

A Meta e o YouTube têm papel no tráfego pago para médicos, desde que não sejam cobrados pelo que não fazem. Eles não captam quem decidiu marcar hoje; eles fazem o nome do médico existir antes da pesquisa, abrem a teleconsulta e sustentam decisões longas (procedimentos eletivos, cirurgias, tratamentos continuados).

Meta Ads para médicos

  • Segmentação geográfica e por idade; nenhum interesse ligado a condição de saúde (proibido); nenhum formulário com dado de saúde.
  • Criativo: o médico real explicando como é a consulta, o exame ou a teleconsulta, com CRM e RQE; sem paciente, sem antes e depois, sem promessa.
  • Destino: página do site ou WhatsApp com mensagem pré-preenchida; conversão medida no consultório ("como conheceu?").
  • Orçamento: R$ 500 a R$ 1.500 por mês somados ao Google; mais para teleconsulta nacional ou procedimentos eletivos.

YouTube para médicos

  • Faz sentido em especialidades de decisão longa: cirurgia plástica, bariátrica, fertilidade, ortopedia cirúrgica, odontologia de implantes.
  • Vídeo do médico explicando o procedimento, riscos e processo, dentro do CFM; sem antes e depois em anúncio.
  • Segmentação por busca no YouTube e por tema; destino na página do procedimento.

O que medir nas redes

IndicadorReferência
Custo por cliqueR$ 0,80 a R$ 4 (Meta); R$ 0,10 a R$ 0,50 por visualização (YouTube)
Contatos por 100 cliques1 a 5
Contato → consulta25% a 45%
Efeito indiretoBuscas pelo nome do médico subindo no Search Console

Como integrar as redes ao sistema de captação de um consultório está em como conseguir mais pacientes na psiquiatria, com lógica válida para qualquer especialidade.

Tráfego pago para médicos: erros que custam caro e a rotina que funciona

Os erros do tráfego pago para médicos são previsíveis e repetidos. A rotina semanal abaixo evita a maioria deles e é o que diferencia uma conta que se paga de uma conta que queima orçamento.

Erros

  • Anunciar "clínica" em vez de especialidade e motivo.
  • Mandar todos os cliques para a Home ou para uma landing page anônima.
  • Correspondência ampla sem negativas: orçamento em "sintomas", "salário", "SUS".
  • Display, parceiros de pesquisa e Performance Max ligados "por padrão".
  • Texto que fala da condição do leitor; medicamento no texto; "o melhor".
  • Conta no nome da agência; sem acesso do médico.
  • Lance automático por conversão antes de 30 conversões por mês.
  • Sem resposta em 5 minutos: metade dos contatos marca em outro lugar.
  • Desligar na segunda semana: o leilão leva 4 a 6 semanas para estabilizar.
  • Não perguntar "como conheceu o consultório" na recepção.

Rotina semanal

  1. Ler os termos de pesquisa e adicionar negativas.
  2. Conferir aprovação de anúncios e índice de qualidade (7 a 10).
  3. Comparar custo por contato por grupo; realocar orçamento.
  4. Conferir, com a recepção, contatos → consultas → comparecimento por origem.
  5. Criar a página que o termo de pesquisa mostrou que falta.

Indicadores mensais

IndicadorReferência
Taxa de clique na pesquisaAcima de 5%
Índice de qualidade7 a 10
Contatos por 100 cliques4 a 8
Custo por paciente novoDentro da faixa da especialidade; caindo
Participação do orgânico e do mapa nos pacientes novosCrescendo até dividir com o anúncio no mês 9 a 12

A rotina para não perder dinheiro, em detalhe, está em como não perder dinheiro no Google Ads; a decisão de investir ou não, em vale a pena investir no Google Ads.

Perguntas sobre tráfego pago para médicos

Como fazer tráfego pago para médicos

Com 60% a 80% do orçamento na pesquisa do Google, uma campanha por especialidade e grupos por motivo de consulta (queixa, exame, procedimento, teleconsulta), negativas desde o primeiro dia, Meta como apoio, página de destino por motivo dentro do site do médico e tudo dentro da política de saúde do Google e da Resolução CFM 2.336/2023.

Médico pode fazer tráfego pago

Pode: consulta, exame e procedimento são serviços de saúde permitidos nas plataformas. Não pode segmentar por condição de saúde, anunciar medicamento, prometer resultado, usar antes e depois em anúncio, anunciar especialidade sem RQE nem fazer sorteio; a página de destino precisa identificar o médico.

Google Ads ou Instagram para médicos

Google primeiro: a intenção já existe e o custo por paciente é de duas a quatro vezes menor. Instagram como apoio para lembrança local, teleconsulta e procedimentos eletivos, com 15% a 30% do orçamento.

Quanto custa tráfego pago para médicos

Em faixa de mercado, CPC de R$ 4 a R$ 25 conforme a concorrência da especialidade, teste de R$ 900 a R$ 3.000 por mês, operação de R$ 2.000 a R$ 8.000 por mês, e custo por paciente novo de R$ 100 a R$ 600.

Qual especialidade tem o leilão mais caro

Cirurgia plástica, hospitais, clínicas de estética e implantes dentários (CPC de referência R$ 25); psiquiatria, dermatologia, urologia, oftalmologia e neurocirurgia ficam na faixa de R$ 14; clínicas médicas, pediatria, cardiologia e dentistas em R$ 8.

Por que o anúncio do médico foi reprovado

Em geral por texto que presume a condição do leitor, nome de medicamento, promessa, antes e depois, ou página de destino sem CRM, RQE, endereço e telefone. Corrigir e pedir revisão; nunca abrir conta nova para contornar.

Landing page funciona para tráfego pago de médicos

Fora do site, não: não acumula autoridade, costuma ser reprovada por não identificar o prestador e perde o paciente que quer conferir o médico. O destino certo é a página do motivo de consulta dentro do site.

Resumo · tráfego pago para médicos

  1. Pesquisa primeiro (60% a 80%), Meta como apoio (15% a 30%), YouTube para decisões longas, display e Performance Max desligados.
  2. Campanha por especialidade, grupos por motivo: queixa, exame, procedimento, teleconsulta, marca; negativas desde o dia 1.
  3. Três camadas de regra: política de saúde do Google, políticas da Meta e Resolução CFM 2.336/2023 (RQE, preço permitido, sem promessa, sem antes e depois em anúncio).
  4. Página por motivo dentro do site: identidade, resposta, Jornada do Paciente, velocidade; 4 a 8 contatos por 100 cliques.
  5. Régua de leilão: R$ 4 / R$ 8 / R$ 14 / R$ 25 de CPC; R$ 400 a R$ 1.200 por dia; custo por paciente de R$ 100 a R$ 600.
  6. Redes no lugar certo: médico real, sem paciente, sem promessa; medição no consultório.
  7. Rotina semanal: termos de pesquisa, negativas, índice de qualidade, custo por contato, recepção perguntando "como conheceu".

Tráfego pago para médicos é pesquisa do Google por especialidade e motivo, página de destino do médico, regras respeitadas e rotina semanal; as redes entram como apoio. O Grupo KOP opera Google Ads para médicos sobre sites próprios desde 2016, com Jornada do Paciente por página e garantia de primeira página no orgânico; o serviço está em agência de Google Ads, a régua por especialidade em agência de Google Ads para médicos e o método para a saúde em marketing para médicos.

Renan Quintanilia, fundador e diretor do Grupo KOP
Sobre o autor

Renan Quintanilia

Fundador e Diretor · Grupo KOP

Atua há mais de 10 anos com marketing digital especializado em Google. Fundou a KOP em 2016 e desde então constrói operações digitais auditáveis para profissionais regulamentados e empresas em todo o Brasil. Especialista em SEO técnico, Google Ads, GEO, recuperação de sites e Google Search Console, escreve sobre o que aplica todos os dias nos clientes da agência.

A KOP opera tráfego pago para médicos dentro do CFM e da política de saúde, sobre um site que é do médico, desde 2016.

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