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Como fazer um site para médico?

Um site para médico precisa de domínio próprio, uma página por queixa e por procedimento, autor com CRM e RQE, conteúdo dentro da Resolução CFM 2.336/2023, velocidade, LGPD e um pré-atendimento que leva ao WhatsApp qualificado.

Renan Quintanilia, fundador e diretor do Grupo KOP, autor do artigo
Renan QuintaniliaFundador · Grupo KOP
Publicado em 14 de outubro de 2026Saúde · 13 min de leitura

Fazer um site para médico é construir, no domínio do próprio médico, uma página para cada queixa que ele trata e para cada procedimento que oferece, com a resposta na primeira frase, o autor identificado com CRM e RQE, o valor da consulta, os convênios, e um pré-atendimento que leva ao WhatsApp. O site de uma página com a lista de especialidades e o telefone não ranqueia para nenhuma busca, não recebe anúncio e não é citado pela IA. O site por queixa e por procedimento faz as três coisas, e é o ativo que o médico leva consigo quando troca de agência, de clínica ou de cidade.

As seções abaixo trazem a lista do que o site precisa ter, a arquitetura e as URLs, o conteúdo dentro da Resolução CFM 2.336/2023, a parte técnica (domínio, hospedagem, HTTPS, velocidade, LGPD), a comparação entre site, landing page, construtor e Doctoralia, a Jornada do Paciente integrada à captação, quanto custa e o que exigir do fornecedor. As buscas "site para médico", "criação de site para médicos" e "quanto custa um site médico" são respondidas aqui.

Como fazer um site para médico: o que o site precisa ter

O site médico que capta tem onze componentes, e a falta de qualquer um deles aparece na agenda. O mais importante é a página por queixa e por procedimento, porque é ela que o paciente pesquisa, que o anúncio usa como destino e que a IA cita. Os demais sustentam essa página: autoria, atendimento, velocidade, acessibilidade e o caminho até o WhatsApp.

A lista completa

  1. Uma página por queixa: "dor no joelho", "insônia", "mancha na pele", em linguagem do paciente.
  2. Uma página por procedimento ou exame: indicação, preparo, duração, recuperação, o que o laudo informa.
  3. Página de atendimento: particular, valor da consulta, convênios, telemedicina, horários, estacionamento, acessibilidade.
  4. Página sobre o médico: nome, CRM, RQE, formação, título de especialista, foto real.
  5. Blog com as dúvidas que antecedem a consulta.
  6. Jornada do Paciente: pré-atendimento de três ou quatro perguntas em cada página, antes do WhatsApp.
  7. WhatsApp visível sem rolar, com mensagem pré-preenchida pela página.
  8. Dados estruturados de médico, consultório e perguntas frequentes.
  9. Velocidade: carregamento abaixo de dois segundos no celular.
  10. Acessibilidade: contraste, texto alternativo nas imagens, navegação por teclado.
  11. Perguntas frequentes em cada página de procedimento, com respostas de duas a três linhas.

O que cada página de procedimento precisa ter

  • Título com o nome exato que o paciente pesquisa.
  • Resposta direta nos dois primeiros parágrafos: o que é, para quem é, como é feito.
  • Indicações, contraindicações, preparo e recuperação em listas.
  • Valor da consulta ou do procedimento, quando o médico decide divulgar.
  • Autor com nome, CRM e RQE.
  • Botão de pré-atendimento no topo e no fim.

Como fazer um site para médico: arquitetura, URLs e interligação

A arquitetura do site médico é rasa e previsível: Home, páginas de queixa, páginas de procedimento, atendimento, sobre e blog, todas a um clique da Home e interligadas entre si. As URLs são limpas, com o nome do procedimento ou da queixa e nada mais; sem datas, sem números, sem parâmetros.

Exemplos de URLs

  • /dor-no-joelho, /dor-lombar, /formigamento-nas-maos (queixas).
  • /infiltracao-no-joelho, /ecocardiograma, /colonoscopia (procedimentos e exames).
  • /consulta-particular, /convenios, /telemedicina (atendimento).
  • /dr-nome-sobrenome ou /sobre (autor com CRM e RQE).
  • /blog/quando-procurar-um-ortopedista (dúvidas que antecedem a consulta).

Hierarquia

  1. Home: quem atende, o que trata, onde fica, como marcar, em uma tela, com links para as páginas principais.
  2. Páginas de queixa: cada uma aponta para os procedimentos que tratam aquela queixa.
  3. Páginas de procedimento: cada uma aponta para as queixas que indica e para a página de atendimento.
  4. Atendimento e sobre: linkadas de todas as páginas, no menu e no rodapé.
  5. Blog: cada post aponta para a página de queixa ou de procedimento correspondente.

Interligação

A página "dor no joelho" linka "infiltração no joelho" e "viscossuplementação"; as duas linkam de volta e linkam "consulta particular". O blog "quando a dor no joelho precisa de cirurgia" linka as três. Essa malha é o que faz o site inteiro subir quando uma página sobe, e é o que a landing page avulsa não tem.

Como fazer um site para médico dentro do CFM: conteúdo e autoria

O conteúdo do site médico segue a Resolução CFM 2.336/2023, em vigor desde março de 2024, que permite mais do que muitos médicos imaginam e proíbe o que transforma o site em promessa. O site pode informar o valor da consulta, as formas de pagamento, mostrar o consultório e os equipamentos com registro na Anvisa, e publicar "antes e depois" com finalidade educativa; não pode garantir resultado, anunciar especialidade sem RQE nem usar sensacionalismo.

O que o site pode dizer

  • Valor da consulta, do retorno e formas de pagamento, inclusive parcelamento.
  • O que o procedimento trata, como é feito, indicações, preparo e recuperação.
  • Equipamentos com registro na Anvisa, sem atribuir a eles capacidade especial.
  • "Antes e depois" com finalidade educativa, dentro da especialidade registrada, sem identificar o paciente, sem edição, com indicações, fatores que prejudicam o resultado e complicações.
  • Agradecimentos de pacientes de forma sóbria e não sistemática, sem superlativo.

O que o site não pode dizer

  • "Resultado garantido", "resolve de vez", "o mais moderno", "o melhor da região".
  • "Especialista em" sem RQE registrado no CRM.
  • Técnica médica explicada passo a passo para leigo (Resolução CFM 1.718/2004).
  • Imagem de paciente identificável, mesmo com consentimento verbal.

Autoria

Cada página tem autor: nome do médico, CRM, RQE e link para a página sobre. Os mecanismos de busca e as IAs usam a autoria para decidir quem citar em saúde; a página sem autor perde para a página assinada. O texto escrito por redator é revisado e assinado pelo médico, que é quem responde perante o CRM.

Como fazer um site para médico: domínio, hospedagem, velocidade e LGPD

A parte técnica do site médico tem cinco exigências: domínio próprio no nome do médico, hospedagem com HTTPS, carregamento rápido, funcionamento no celular e conformidade com a LGPD. Nenhuma é opcional, porque dados de saúde são sensíveis e porque o paciente abre o site do celular, na sala de espera de outro médico.

Como fazer um site médico

  1. Domínio: registrado em nome do médico ou da clínica, no e-mail do médico, nunca da agência. Quem detém o domínio detém o site.
  2. Hospedagem: servidor com HTTPS, backup diário e certificado renovado automaticamente.
  3. Velocidade: HTML leve, sem construtor pesado, imagens otimizadas, fontes limitadas; abaixo de dois segundos no 4G.
  4. Mobile: a versão do celular é a principal; botão de WhatsApp e pré-atendimento visíveis sem rolar.
  5. LGPD: formulário com consentimento explícito, política de privacidade, finalidade declarada e canal para o paciente pedir exclusão.
  6. Dados estruturados: médico, consultório, horário, perguntas frequentes.
  7. Acessibilidade: contraste, texto alternativo, tamanho de fonte, navegação por teclado.

LGPD em site médico

Dados de saúde são dados sensíveis pela LGPD. O formulário e a Jornada do Paciente coletam só o necessário para marcar (queixa ou procedimento, particular ou convênio, urgência, cidade, nome e WhatsApp), com consentimento marcado pelo paciente, e enviam para o WhatsApp do consultório, não para uma planilha pública. O site não guarda prontuário, exame ou laudo; isso é sistema de gestão, não site.

Item técnicoMínimo aceitávelO que acontece sem ele
DomínioNome do médico, titularidade do médicoPerde o site ao trocar de agência
HTTPSCertificado válido e renovadoAviso de "não seguro" e queda no ranqueamento
VelocidadeAbaixo de 2 s no celularMetade dos acessos abandona antes de carregar
MobileBotões visíveis sem rolarContato cai pela metade
LGPDConsentimento e política de privacidadeRisco de sanção e de perda de confiança

Como fazer um site para médico: site próprio, landing page, construtor ou Doctoralia

O site próprio no domínio do médico é a única opção que ranqueia, recebe anúncio, é citada pela IA e pertence ao médico ao mesmo tempo. Landing page, construtor de site e perfil em diretório resolvem parte do problema e criam outro: a landing page morre com a campanha, o construtor pesa e prende o médico à plataforma, e o diretório coloca o médico ao lado dos concorrentes, na página do diretório.

OpçãoPropriedadeRanqueamentoCitação pela IACusto de referência
Site próprio por procedimentoDo médico (domínio e arquivos)Alto, crescente, por páginaAlta: autor, FAQ, dados consistentesR$ 5 a 30 mil + manutenção
Landing page da agênciaDa agênciaNenhum: site separado sem históricoBaixaIncluída na campanha; some com ela
Construtor de site (plataforma)Da plataforma; exportação limitadaMédio; carregamento lentoMédiaR$ 50 a 300 por mês + produção
Doctoralia e diretóriosDo diretórioRanqueia o diretório, não o médicoCita o diretórioR$ 100 a 500 por mês

Quando cada um serve

  • Site próprio: sempre; é a base de tudo.
  • Landing page: nunca fora do domínio do médico; a página de procedimento dentro do site cumpre a função.
  • Construtor: como solução provisória de quem ainda não tem site; migrar em até um ano.
  • Doctoralia: como complemento de presença e agenda, com o site como destino principal, nunca como substituto.

Como fazer um site para médico que capta: Jornada do Paciente, Perfil, anúncio e IA

O site capta quando cada página tem um pré-atendimento e quando o Perfil da Empresa, o anúncio e as IAs apontam para ela. A Jornada do Paciente é esse pré-atendimento feito dentro da página: três ou quatro perguntas (queixa ou procedimento, particular ou convênio, urgência, cidade) que chegam ao WhatsApp do consultório já organizadas, para a secretaria responder em cinco minutos com dois horários.

A Jornada do Paciente por página

  • A página "dor no joelho" pergunta sobre dor no joelho; a página "ecocardiograma" pergunta sobre o exame.
  • A mensagem chega ao WhatsApp com a origem (qual página), a resposta e o nome do paciente.
  • A secretaria segue o roteiro: confirma, informa valor ou convênio, oferece dois horários, envia o mapa, confirma no dia anterior.
  • Taxas de referência: 3% a 6% dos acessos orgânicos e 4% a 8% dos cliques pagos viram contato; 40% a 60% viram consulta; 70% a 85% comparecem.

O que aponta para o site

  • Perfil da Empresa: categoria correta, serviços com o mesmo nome das páginas, link para a página de atendimento, avaliações respondidas em 24 horas sem citar diagnóstico.
  • Google Ads por procedimento: um grupo por procedimento, destino na página do procedimento, negativas (SUS, gratuito, concurso, residência, curso, CID, bula, convênio não aceito).
  • IAs: citam a página com resposta direta, autor com CRM e RQE, perguntas frequentes e dados idênticos no site e no Perfil.

O site que nasce com essa estrutura não precisa ser refeito quando o médico decide anunciar: as mesmas páginas servem aos três canais.

Como fazer um site para médico: quanto custa, o que exigir do fornecedor e os erros

Um site médico profissional, com uma página por queixa e por procedimento, custa de R$ 5 mil a R$ 30 mil, mais uma mensalidade de hospedagem e manutenção que vai de R$ 150 a R$ 800. A faixa baixa é o consultório de uma especialidade com 10 a 15 páginas; a faixa alta é a clínica com várias especialidades e dezenas de procedimentos. O que define o preço é o número de páginas escritas e a captação embutida, não o visual.

O que exigir do fornecedor

  1. Domínio registrado em nome do médico, no e-mail do médico.
  2. Propriedade dos arquivos do site, com entrega de cópia completa.
  3. Uma página por queixa e por procedimento, escritas, não só o molde.
  4. Autoria com CRM e RQE em todas as páginas e revisão pelo médico.
  5. Garantia de primeira página para as palavras-chave contratadas, em contrato.
  6. Relatório mensal de acessos, contatos por página e consultas marcadas.
  7. LGPD: consentimento, política de privacidade e destino dos dados.
  8. Velocidade medida no celular antes da entrega.

Os sete erros

  1. Site de uma página com lista de especialidades e telefone.
  2. Domínio em nome da agência.
  3. Construtor pesado que leva cinco segundos para abrir no celular.
  4. Páginas sem autor, sem CRM e sem RQE.
  5. Formulário sem consentimento e sem política de privacidade.
  6. Promessa de resultado e "antes e depois" sem texto educativo.
  7. WhatsApp sem pré-atendimento e resposta no dia seguinte.

Custo e resultado em 12 meses

OpçãoInvestimento em 12 mesesPacientes novos estimadosCusto por paciente
Site de uma página + InstagramR$ 20.000 a R$ 40.00030 a 80R$ 250 a R$ 1.300
Site por procedimento + Perfil + SEOR$ 12.000 a R$ 40.000150 a 400 (crescente)R$ 30 a R$ 270
Site por procedimento + Perfil + SEO + AdsR$ 36.000 a R$ 100.000400 a 1.200R$ 30 a R$ 250

Exemplo

Um consultório de cardiologia tinha um site em construtor, com Home, "serviços" e "contato", em domínio da agência anterior. Migrou para um site próprio com 9 páginas por queixa (dor no peito, falta de ar, palpitação, pressão alta), 7 por exame (ecocardiograma, holter, MAPA, teste ergométrico), atendimento com valor da consulta e convênios, e Jornada do Paciente por página. No quarto mês as páginas de exame ranqueavam na primeira página, o Perfil apontava para a página de atendimento e o consultório recebia 45 pré-atendimentos por mês, com 58% virando consulta. O investimento foi de R$ 14 mil no site e R$ 350 por mês de hospedagem e manutenção.

Perguntas sobre como fazer um site para médico

Como fazer um site para médico

Com domínio próprio em nome do médico, uma página por queixa e por procedimento, autor com CRM e RQE, página de atendimento com valor e convênios, Jornada do Paciente por página, HTTPS, velocidade abaixo de dois segundos no celular e LGPD, dentro da Resolução CFM 2.336/2023.

Quanto custa um site para médico

De R$ 5 mil a R$ 30 mil, conforme o número de páginas por queixa e por procedimento e a captação embutida, mais hospedagem e manutenção de R$ 150 a R$ 800 por mês. O custo por paciente em 12 meses fica entre R$ 30 e R$ 270 com Perfil e SEO.

O site do médico pode mostrar o valor da consulta

Pode, desde a Resolução CFM 2.336/2023, que permite divulgar valor de consulta, formas de pagamento e descontos, sem venda casada e sem sensacionalismo. Divulgar o valor aumenta o contato do paciente particular, que pesquisa quanto custa antes de marcar.

Landing page serve como site médico

Não: a landing page fora do domínio do médico não acumula autoridade, não aparece no Perfil e não é citada pela IA. A página de procedimento dentro do site cumpre a função da landing page e permanece depois da campanha.

Doctoralia substitui o site do médico

Não: o diretório ranqueia a si mesmo e coloca o médico ao lado dos concorrentes na mesma tela. Serve como complemento de presença e agenda; o site próprio é a vitrine individual que ranqueia, recebe anúncio e é citada pela IA.

O site médico precisa de LGPD

Precisa: dados de saúde são sensíveis. O formulário e a Jornada do Paciente coletam só o necessário para marcar, com consentimento explícito, política de privacidade e envio para o WhatsApp do consultório; o site não guarda prontuário nem exame.

Em quanto tempo o site do médico começa a trazer pacientes

O Perfil apontando para o site traz contato em duas a quatro semanas; as páginas de procedimento começam a ranquear entre o segundo e o quarto mês; o anúncio por procedimento traz contatos na primeira semana. A curva cresce ao longo do primeiro ano.

Resumo · como fazer um site para médico

  1. Onze componentes página por queixa, por procedimento, atendimento, sobre com CRM e RQE, blog, Jornada, WhatsApp, dados estruturados, velocidade, acessibilidade, FAQ.
  2. URLs limpas /dor-no-joelho, /ecocardiograma, /consulta-particular; malha de links entre queixa, procedimento e atendimento.
  3. Dentro da CFM 2.336/2023 valor de consulta pode; antes e depois educativo pode; promessa não; especialidade sem RQE não.
  4. Domínio do médico registrado no nome e no e-mail do médico; arquivos entregues em cópia.
  5. Técnica HTTPS, HTML leve abaixo de 2 s no celular, mobile primeiro, LGPD com consentimento.
  6. Site próprio vence landing page morre com a campanha; construtor pesa; diretório ranqueia a si mesmo.
  7. Custo R$ 5 a 30 mil + R$ 150 a 800 por mês; custo por paciente de R$ 30 a R$ 270 em 12 meses.

Fazer um site para médico é construir um ativo que pertence ao médico: domínio próprio, uma página por queixa e por procedimento, autor com CRM e RQE, LGPD, velocidade e um pré-atendimento que chega ao WhatsApp qualificado. O Grupo KOP faz isso desde 2016 como agência para criação de sites para médicos, com Jornada do Paciente e garantia de primeira página; o caminho está em marketing para saúde e os preços em tabela de preços.

Renan Quintanilia, fundador e diretor do Grupo KOP
Sobre o autor

Renan Quintanilia

Fundador e Diretor · Grupo KOP

Atua há mais de 10 anos com marketing digital especializado em Google. Fundou a KOP em 2016 e desde então constrói operações digitais auditáveis para profissionais regulamentados e empresas em todo o Brasil. Especialista em SEO técnico, Google Ads, GEO, recuperação de sites e Google Search Console, escreve sobre o que aplica todos os dias nos clientes da agência.

A KOP é a agência que cria o site do médico, no domínio do médico, com página por procedimento e garantia de primeira página, desde 2016.

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