Dermatologista pode fazer publicidade dentro da Resolução CFM 2.336/2023, publicada em setembro de 2023 e em vigor desde março de 2024, que substituiu a Resolução 1.974/2011. O dermatologista pode divulgar o valor da consulta e dos procedimentos, mostrar o consultório e os equipamentos com registro na Anvisa, usar redes sociais, publicar antes e depois com finalidade educativa e republicar agradecimentos de forma sóbria. Não pode prometer ou insinuar resultado, usar superlativo em equipamento ou técnica, anunciar especialidade ou área de atuação sem RQE, transmitir procedimento ao vivo, fazer sorteio de procedimento nem condicionar um procedimento a outro.
As seções abaixo trazem o que mudou com foco no que pesa em dermatologia, as listas do permitido e do proibido com exemplos da especialidade, a exigência de cada canal (site, Perfil da Empresa, Google Ads, Instagram, WhatsApp), a diferença entre dermatologia estética e clínica de estética, quem responde perante o CRM e um checklist de revisão de peça com os erros e os riscos. As buscas "dermatologista pode fazer publicidade", "publicidade médica dermatologia" e "o que o dermatologista pode postar" são respondidas aqui.
Dermatologista pode fazer publicidade: o que mudou da Resolução 1.974/2011 para a 2.336/2023
A Resolução CFM 2.336/2023 liberou, com condições, as quatro coisas que a dermatologia mais precisava divulgar e a 1.974/2011 proibia: preço, equipamentos, antes e depois e presença nas redes. O que não mudou é a proibição de promessa, de sensacionalismo, de autopromoção e de especialidade sem RQE.
| Tema | Resolução 1.974/2011 | Resolução 2.336/2023 | Peso em dermatologia |
|---|---|---|---|
| Preço de consulta e procedimento | Proibido | Permitido, sem venda casada nem sensacionalismo | Alto: "quanto custa consulta com dermatologista", "mapeamento de pintas preço" |
| Equipamentos | Restrito | Permitido com registro na Anvisa, sem atribuir capacidade especial | Alto: laser, luz pulsada, dermatoscópio digital |
| Antes e depois | Proibido | Permitido com finalidade educativa, anonimato, sem edição e texto obrigatório | Muito alto: acne, melasma, laser, capilar |
| Redes sociais, selfies, vídeos | Tolerado com restrição | Permitido | Alto: a pele é visual |
| Agradecimento de paciente | Proibido | Permitido de forma sóbria e não sistemática, sem superlativo | Médio |
| Promessa de resultado | Proibido | Proibido | Muito alto: "clareia de vez" |
| Especialidade sem RQE | Proibido | Proibido | Alto: tricologia, estética, cirurgia dermatológica |
| Live de procedimento | Proibido | Proibido (exceto parto, com autorização) | Alto: aplicação de toxina ao vivo |
Por que a dermatologia é a especialidade mais afetada
A dermatologia concentra os quatro pontos que mudaram. O paciente pesquisa preço ("quanto custa consulta com dermatologista particular", "dermatoscopia digital preço"), o consultório depende de equipamentos (laser, luz pulsada, dermatoscópio digital), o resultado é visível (antes e depois é a peça mais pedida) e a concorrência com clínicas de estética acontece nas redes. A 2.336 deu ao dermatologista os instrumentos para competir, e deu ao Codame os critérios para fiscalizar.
Dermatologista pode fazer publicidade: o que é permitido, com exemplos de dermatologia
O dermatologista pode divulgar tudo o que informa o paciente sem prometer resultado: valor, formas de pagamento, campanhas promocionais, consultório, equipamentos com Anvisa, formação com RQE, rotina, conteúdo educativo e antes e depois educativo.
Lista do permitido
- Valor da consulta e dos procedimentos: "Consulta dermatológica particular: R$ 400. Mapeamento de pintas com dermatoscopia digital: R$ 350."
- Formas de pagamento, descontos e campanhas: parcelamento, desconto para retorno, campanha de Dezembro Laranja com mapeamento a preço reduzido, sem condicionar a outro procedimento.
- Equipamentos com registro na Anvisa: "Laser de CO2 fracionado com registro na Anvisa, indicado para cicatrizes de acne e fotoenvelhecimento", sem "o mais potente".
- Consultório e rotina: sala de procedimentos, dermatoscópio, equipe, bastidores sem paciente identificável.
- Formação e títulos: CRM, RQE em dermatologia, título de especialista pela SBD, pós-graduação, com os nomes corretos.
- Conteúdo educativo por queixa: o que é melasma, sinais de alerta de câncer de pele, por que a acne adulta acontece, como funciona o mapeamento de pintas.
- Antes e depois educativo: anônimo, sem edição, com indicações, fatores que prejudicam e complicações, na especialidade com RQE.
- Agradecimentos de pacientes: republicados de forma sóbria e não sistemática, sem superlativo nem promessa.
- Teleconsulta: oferta de teledermatologia dentro da Resolução CFM 2.314/2022, com o que exige presença.
- Campanhas de conscientização: Dezembro Laranja (câncer de pele, SBD), com conteúdo da campanha e agenda do consultório.
Exemplos de peças permitidas
- "Mapeamento de pintas: o que é, quem deve fazer e quanto custa no consultório" (página do site e post).
- "Laser para manchas: como funciona, quantas sessões, o que pode dar errado" com antes e depois educativo.
- "Consulta dermatológica particular R$ 400, com dermatoscopia incluída. Convênios aceitos: lista" (anúncio e Perfil).
- "Dezembro Laranja: sinais de alerta de câncer de pele e como agendar a avaliação" (post e página).
Dermatologista pode fazer publicidade: o que é proibido, com exemplos de dermatologia
O dermatologista não pode garantir, prometer ou insinuar resultado, usar sensacionalismo ou autopromoção, anunciar especialidade ou área de atuação sem RQE, transmitir procedimento ao vivo, fazer venda casada, sorteio de procedimento, ensinar técnica médica a não médicos nem identificar paciente.
Lista do proibido, com a frase que aparece na prática
- Promessa de resultado: "clareia de vez", "melasma nunca mais", "adeus acne", "resultado garantido", "cabelo novo em 3 meses".
- Superlativo em equipamento ou técnica: "o laser mais moderno do país", "tecnologia exclusiva", "o único que trata melasma sem recidiva".
- Área de atuação sem RQE: "especialista em tricologia" sem RQE em dermatologia; "dermatologista" sem o registro de especialista; "cirurgião dermatológico" sem a área registrada.
- Live de procedimento: transmissão de aplicação de toxina, de laser ou de remoção de pinta "para mostrar que é rápido".
- Sorteio e brinde: sorteio de botox, "ganhe uma sessão de laser ao marcar amigos", cupom por avaliação.
- Venda casada: "pacote rejuvenescimento: toxina + preenchimento + bioestimulador por R$ X" quando um procedimento condiciona o outro.
- Sensacionalismo: "o segredo das famosas", "pele de porcelana", "milagre".
- Identificação de paciente: rosto inteiro no antes e depois, nome em agradecimento, marcação de perfil.
- Comparação e desqualificação: "melhor dermatologista da cidade", "não vá em clínica de estética".
- Ensinar técnica a não médicos: tutorial de aplicação, curso de "microagulhamento para esteticistas" (Resolução CFM 1.718/2004).
Os limites que o dermatologista costuma confundir
Divulgar o valor é permitido; "promoção relâmpago, só hoje" é sensacionalismo. Mostrar o laser com registro na Anvisa é permitido; dizer que ele "resolve qualquer mancha" é promessa. Falar de tricologia é permitido para quem tem RQE em dermatologia; chamar-se "tricologista" sem RQE é anúncio de área sem registro. Republicar um agradecimento é permitido; transformar o feed em mural de depoimentos é sistemático e proibido.
Dermatologista pode fazer publicidade em cada canal: site, Perfil, Google Ads, Instagram e WhatsApp
A Resolução CFM 2.336/2023 vale para todos os canais, e cada plataforma soma a própria regra. O site é o canal com menos restrição e mais controle; o Google Ads é o que mais reprova peças de saúde; o Instagram é o que mais gera denúncia; o WhatsApp é o que mais expõe o sigilo.
| Canal | Exigência da CFM 2.336/2023 | Exigência da plataforma | Risco |
|---|---|---|---|
| Site | Nome, CRM e RQE visíveis; antes e depois com texto completo; valor sem venda casada | Política de privacidade (LGPD); HTTPS | Baixo: o médico controla tudo |
| Perfil da Empresa | Categoria e serviços reais; resposta a avaliação sem confirmar tratamento nem citar diagnóstico | Nome igual ao do site; sem foto de paciente; sem incentivo a avaliação | Médio: sigilo nas respostas |
| Google Ads | Sem promessa; valor permitido; sem medicamento de prescrição | Política de saúde: reprova antes e depois, isotretinoína, minoxidil oral, finasterida; sem segmentação por condição | Médio: reprovação e suspensão da conta |
| Antes e depois com texto; sem live de procedimento; sem identificar paciente; agradecimento sóbrio | Regras de conteúdo sensível; cortes de legenda | Alto: busca ativa do Codame e denúncia de colegas | |
| Sigilo (Código de Ética Médica); sem orientação individual fora da consulta | Consentimento para mensagens; sem lista de transmissão promocional | Alto: quebra de sigilo e spam |
O que fazer em cada canal
- Site: uma página por queixa e por procedimento, com valor, autor com RQE, galeria educativa e pré-atendimento.
- Perfil da Empresa: categoria "Dermatologista", serviços com os nomes das páginas, publicações apontando para o site, resposta a avaliação em 24 horas sem citar o tratamento.
- Google Ads: anúncio por procedimento com valor e RQE, página do procedimento como destino, negativas de SUS, grátis, convênio não aceito, caseiro; sem imagem de paciente.
- Instagram: conteúdo educativo por queixa, antes e depois com o mesmo texto do site, equipamentos com Anvisa, bio apontando para a página do procedimento.
- WhatsApp: resposta ao contato do pré-atendimento, sem orientação clínica antes da consulta e sem disparo promocional.
Dermatologista pode fazer publicidade de estética: dermatologia estética e clínica de estética
O dermatologista com RQE pode e deve dizer que é médico especialista em dermatologia ao divulgar toxina botulínica, preenchimento, bioestimulador e laser, porque a especialidade registrada é informação verdadeira e relevante para o paciente. O que não pode é comparar-se com clínicas de estética, desqualificar outros profissionais ou usar a especialidade como promessa de resultado superior.
O que o dermatologista pode dizer
- "Procedimento realizado por médica dermatologista, CRM e RQE em dermatologia."
- "A avaliação inclui dermatoscopia e exame da pele antes de qualquer procedimento estético."
- "Toxina botulínica: indicações, dose aproximada, duração, complicações possíveis e valor."
- "Em caso de intercorrência, o atendimento é médico, no consultório."
- Título de especialista pela SBD, quando houver, com o nome correto.
O que o dermatologista não pode dizer
- "Não faça botox em clínica de estética": desqualificação de terceiros.
- "Só o dermatologista consegue resultado natural": promessa associada à especialidade.
- "O preenchimento mais seguro do mercado": superlativo.
- "Especialista em harmonização facial": não é especialidade nem área de atuação reconhecida; o termo pode ser usado como descrição de procedimento, não como título.
A diferença que a publicidade precisa respeitar
A clínica de estética não é regulada pelo CFM e pode usar linguagem que o médico não pode. O dermatologista não compete copiando essa linguagem: compete informando. A página de toxina botulínica do dermatologista diz o que a clínica de estética não diz (dose, duração, complicações, o que fazer em intercorrência), e é isso que o paciente que pesquisa "botox dermatologista" quer saber. A especialidade é argumento quando é informação; vira infração quando é promessa.
Dermatologista pode fazer publicidade: quem responde perante o CRM e a captação ética com a Jornada do Paciente
Quem responde pela publicidade é o médico, individualmente, perante o Codame do CRM do estado onde está inscrito, com base na Resolução CFM 2.336/2023 e no Manual de Publicidade Médica do CFM. A agência, o social media e a secretária não respondem no CRM; o médico responde por tudo o que sai em seu nome, inclusive o que não revisou.
Como funciona a fiscalização
- Origem: denúncia de paciente, de colega ou busca ativa do Codame nas redes e nos sites.
- Etapas: notificação para retirar ou corrigir a peça, sindicância, processo ético-profissional.
- Sanções: advertência confidencial, censura confidencial, censura pública, suspensão e cassação, conforme a gravidade e a reincidência.
- Diretor técnico de clínica responde pelas peças da clínica; cada médico responde pelas suas.
A captação ética
A publicidade que mais converte em dermatologia é a que a 2.336 permite por inteiro: a página do procedimento com o valor, as indicações, o que a consulta inclui, o autor com RQE e a Jornada do Paciente, que faz três ou quatro perguntas (queixa ou procedimento, particular ou convênio, urgência, cidade) e leva ao WhatsApp qualificado, com resposta em cinco minutos, dois horários e confirmação. Essa estrutura não precisa de promessa nem de superlativo, porque responde ao que o paciente pesquisou. Em páginas de dermatologia, 3% a 6% dos acessos orgânicos e 4% a 8% dos cliques pagos viram contato; 40% a 60% dos contatos viram consulta. O consultório que capta assim não tem o que retirar quando o Codame bate à porta.
A agência e o médico
A agência que trabalha com dermatologia submete toda peça à revisão do médico e documenta a aprovação. A que publica sem revisão ou roda antes e depois em anúncio está criando o processo que o médico vai responder sozinho.
Dermatologista pode fazer publicidade: checklist de revisão de peça, erros, risco por prática e exemplo
Toda peça de publicidade do dermatologista (página, post, anúncio, resposta a avaliação, mensagem) passa por dez perguntas antes de sair. Se uma resposta for "não", a peça volta.
Checklist de revisão de peça
- A peça informa em vez de prometer ("clareia", "resolve", "garantido" não aparecem).
- Nome, CRM e RQE em dermatologia estão visíveis.
- Nenhuma especialidade ou área de atuação sem RQE é citada.
- Equipamento aparece com registro na Anvisa e sem superlativo.
- Valor, quando citado, é real, sem "a partir de" enganoso e sem venda casada.
- Antes e depois tem texto completo (indicação, sessões, evolução, fatores, complicações), sem edição e sem identificação.
- Nenhum paciente é identificável, mesmo com consentimento.
- Agradecimento, quando republicado, é sóbrio, sem superlativo e não faz parte de série.
- Não há live de procedimento, sorteio, brinde ou comparação com outros profissionais.
- O canal cumpre a regra própria (anúncio sem antes e depois nem medicamento de prescrição; WhatsApp sem orientação individual).
Os seis erros mais comuns
- "Especialista em tricologia" ou "em estética" sem RQE em dermatologia.
- Antes e depois no Instagram com filtro e legenda "resultado incrível".
- Anúncio no Google Ads com "elimine as manchas de vez" e conta suspensa.
- Resposta a avaliação confirmando "que bom que o laser resolveu seu melasma".
- Sorteio de botox para ganhar seguidores.
- Pacote de procedimentos com um condicionado ao outro.
| Prática | Situação na CFM 2.336/2023 | Risco |
|---|---|---|
| Divulgar valor da consulta e do mapeamento | Permitida | Baixo |
| Mostrar laser com registro na Anvisa | Permitida sem superlativo | Baixo |
| Antes e depois com texto educativo completo | Permitida | Baixo a médio (depende da execução) |
| Antes e depois sem texto ou com filtro | Proibida | Alto |
| "Especialista em tricologia" sem RQE | Proibida | Alto |
| Live de aplicação de toxina | Proibida | Alto |
| Sorteio de procedimento | Proibida | Alto |
| Agradecimento sóbrio e eventual | Permitida | Baixo |
Exemplo
Um consultório de dermatologia com dois médicos divulgava "pacote verão: laser + peeling + bioestimulador", chamava uma das médicas de "especialista em tricologia e estética" e respondia avaliações agradecendo "a confiança no tratamento do melasma". Depois de uma notificação do Codame, refez a comunicação: valor por procedimento sem pacote condicionado, "médica dermatologista, RQE, com atuação em tricologia", respostas sem citar tratamento, antes e depois com texto completo só nas páginas do site e anúncios sem imagem de paciente. A notificação foi arquivada; nos seis meses seguintes, as páginas de laser, tratamento capilar e toxina botulínica levaram o consultório de 20 para 58 contatos por mês.
Perguntas sobre dermatologista pode fazer publicidade e o que o CFM permite
Dermatologista pode fazer publicidade
Pode, dentro da Resolução CFM 2.336/2023, em vigor desde março de 2024: valor de consulta e procedimento, equipamentos com registro na Anvisa, redes sociais, antes e depois educativo e agradecimentos sóbrios são permitidos; promessa de resultado, superlativo, área de atuação sem RQE, live de procedimento, sorteio e venda casada são proibidos.
Dermatologista pode divulgar o preço da consulta e do mapeamento de pintas
Pode, pela Resolução CFM 2.336/2023, com o valor real, as formas de pagamento e descontos, sem venda casada e sem sensacionalismo ('só hoje', 'promoção relâmpago'). O valor pode aparecer no site, no Perfil, no anúncio e nas redes.
Dermatologista pode dizer que é especialista em tricologia
Só com RQE em dermatologia, e como área de atuação dentro da especialidade ('dermatologista com atuação em tricologia'). Anunciar 'especialista em tricologia' ou 'tricologista' sem o RQE é anúncio de especialidade sem registro, proibido pela CFM 2.336/2023.
Dermatologista pode anunciar laser no Google Ads
Pode, com o equipamento registrado na Anvisa, sem superlativo e sem promessa, levando para a página do procedimento. Não pode usar imagem de antes e depois no anúncio (a política de saúde reprova) nem anunciar medicamento de prescrição, como isotretinoína, minoxidil oral e finasterida.
Dermatologista pode fazer live de procedimento no Instagram
Não. A Resolução CFM 2.336/2023 proíbe transmitir consulta ou procedimento ao vivo, com exceção do parto com autorização. Vídeos educativos sobre o procedimento, sem paciente identificável e sem transmissão em tempo real, são permitidos.
Dermatologista pode fazer sorteio de botox
Não. Sorteio de procedimento, brinde por marcação de amigos e cupom por avaliação são autopromoção e sensacionalismo. Campanha promocional com valor reduzido é permitida, desde que não condicione um procedimento a outro.
Quem responde se a agência publicar algo fora da resolução
O médico, perante o Codame do CRM. A agência, o social media e a secretaria não respondem no CRM. Por isso toda peça passa pela revisão do médico antes de sair, com a aprovação documentada.
Resumo · dermatologista pode fazer publicidade e o que o CFM permite
- Pode, dentro da CFM 2.336/2023 em vigor desde março de 2024; substituiu a 1.974/2011 e liberou preço, equipamentos, antes e depois educativo e redes.
- Permitido valor da consulta e do mapeamento, laser com Anvisa, rotina do consultório, conteúdo por queixa, Dezembro Laranja, agradecimento sóbrio.
- Proibido 'clareia de vez', 'o laser mais moderno', 'especialista em tricologia' sem RQE, live de procedimento, sorteio de botox, pacote casado.
- Cada canal site com menos restrição; Google Ads reprova antes e depois e medicamento; Instagram gera denúncia; WhatsApp expõe o sigilo.
- Dermatologia estética o dermatologista pode dizer que é médico com RQE; não pode desqualificar clínicas nem prometer resultado superior.
- Quem responde o médico, no Codame; a agência não responde; toda peça passa pela revisão do médico.
- Captação ética página do procedimento com valor, indicações, RQE e Jornada do Paciente: 3 a 6% dos acessos viram contato sem promessa.
Dermatologista pode fazer publicidade quando informa em vez de prometer: valor, equipamentos com Anvisa, conteúdo por queixa, antes e depois educativo e RQE visível, em cada canal com a regra própria. O Grupo KOP faz isso com toda peça revisada pelo médico e a Jornada do Paciente em cada página; o caminho completo está em marketing para dermatologistas e os valores em tabela de preços.