Cirurgião plástico pode postar antes e depois desde a Resolução CFM 2.336/2023, publicada em setembro de 2023 e em vigor desde março de 2024, que substituiu a proibição da Resolução 1.974/2011. A permissão vem com condições que pesam mais na plástica do que em qualquer outra especialidade: finalidade educativa, especialidade registrada com RQE, paciente não identificável (rosto, tatuagem, sinal, cicatriz característica), sem edição nem filtro, e texto com indicação, técnica, evolução, fatores que prejudicam o resultado e complicações. Fora dessas condições, a foto de uma rinoplastia ou de uma abdominoplastia volta a ser promessa de resultado, e o cirurgião responde no CRM.
As seções abaixo trazem o que a 2.336 diz e o que mudou, a peça educativa em rinoplastia, lipo, abdominoplastia e mamoplastia, o consentimento e a LGPD, onde publicar e onde nunca publicar, os casos sensíveis (rosto, corpo exposto, reparadora e menores), a fiscalização pelo Codame e pela SBCP, a conversão sem depender da imagem e um checklist de 10 itens com os erros. As buscas "cirurgião plástico pode postar antes e depois", "antes e depois cirurgia plástica CFM" e "rinoplastia antes e depois pode postar" são respondidas aqui.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois: o que a Resolução CFM 2.336/2023 diz e o que mudou
A Resolução CFM 2.336/2023 autoriza o uso de imagens de pacientes, inclusive antes e depois, desde que a finalidade seja educativa, a imagem esteja na especialidade registrada, o paciente não seja identificável, não haja edição e a peça traga indicações, fatores que prejudicam o resultado e complicações. A Resolução 1.974/2011 proibia qualquer antes e depois, e a cirurgia plástica foi a especialidade que mais conviveu com a proibição, porque o paciente pede a foto antes de perguntar o preço.
| Tema | Resolução 1.974/2011 | Resolução 2.336/2023 |
|---|---|---|
| Antes e depois | Proibido em qualquer meio | Permitido com finalidade educativa e condições |
| Identificação do paciente | Proibida | Proibida, mesmo com consentimento |
| Edição, filtro e retoque | Não tratado (imagem já era proibida) | Proibidos |
| Texto obrigatório | Não existia | Indicações, fatores que prejudicam o resultado, complicações |
| Especialidade | Divulgação só com RQE | Imagem só na especialidade registrada com RQE |
| Valor e parcelamento da cirurgia | Proibido | Permitido, sem venda casada nem sensacionalismo |
| Promessa de resultado e live de cirurgia | Proibidas | Proibidas |
O que não mudou
- Prometer ou insinuar resultado continua proibido: nada de "sem cicatriz", "corpo dos sonhos" ou "resultado natural garantido" ao lado da foto.
- Sensacionalismo e autopromoção continuam proibidos: a imagem mostra o que a cirurgia faz, não o quanto o cirurgião é bom.
- Antes e depois exige RQE em cirurgia plástica; live de cirurgia continua proibida; sorteio de cirurgia é mercantilização para os Codames.
A diferença prática: antes, o cirurgião não podia mostrar a evolução de uma abdominoplastia; agora pode, desde que a peça ensine o que a cirurgia faz, como evolui, o que atrapalha e o que pode dar errado.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois no Instagram e no site: a peça educativa em plástica
A peça educativa de antes e depois em cirurgia plástica tem duas partes inseparáveis: a foto padronizada e o texto obrigatório. A foto sem o texto é infração; o texto sem a foto é um post comum. As regras valem para todos os procedimentos da especialidade.
A foto padronizada
- Mesma luz, ângulo, distância, enquadramento e roupa nas duas fotos; fundo neutro.
- Sem filtro, retoque, correção de cor ou postura que esconda o abdômen ou projete o tórax.
- Sem rosto reconhecível: na rinoplastia, recorte do terço médio; no corpo, enquadramento do pescoço para baixo.
- Sem tatuagem, sinal, cicatriz característica ou joia que identifique; quando a tatuagem não pode ser recortada, a foto não serve.
- Intervalo indicado em cada foto ("6 meses após a cirurgia").
O texto obrigatório
- Indicação: para que paciente e quadro a cirurgia serve (excesso de pele abdominal após gestação, hipertrofia mamária com dor nas costas).
- Técnica usada: o nome do procedimento e a via, sem marca de prótese como argumento e sem "a técnica mais moderna".
- Evolução: 7 dias (edema, hematoma), um mês (cinta, retorno ao trabalho), 6 meses (cicatriz em maturação) e um ano (resultado final), inclusive o parcial.
- Biotipos e idades: em qual corpo e idade o resultado foi obtido e em quais pode ser diferente.
- Fatores que prejudicam o resultado: tabagismo, variação de peso, cicatrização individual, não usar a cinta, não fazer a drenagem, não seguir o pós-operatório.
- Complicações possíveis: seroma, hematoma, infecção, assimetria, cicatriz hipertrófica, necrose, contratura capsular, alteração de sensibilidade, retoque.
- Assinatura: nome, CRM, RQE em cirurgia plástica e, quando houver, membro da SBCP.
Exemplo de texto
Abdominoplastia: "Excesso de pele e diástase após duas gestações; cicatriz suprapúbica; fotos aos 7 dias, 1 mês e 1 ano; complicações possíveis: seroma, necrose de borda, cicatriz hipertrófica; novo ganho de peso desfaz o resultado." Mamoplastia de aumento: "Hipomastia; prótese de 300 ml por via inframamária; contratura capsular, assimetria e troca futura possíveis; alteração de sensibilidade."
No Instagram, o texto obrigatório vai na legenda e nos slides do carrossel; no site, ao lado das fotos, na página do procedimento, indexável.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois: consentimento, revogação, LGPD e imagem de banco
O cirurgião plástico precisa de consentimento por escrito do paciente para usar a imagem, guardado no prontuário, e mesmo com consentimento não pode identificar o paciente. As duas exigências vêm de lugares diferentes: o consentimento vem do Código de Ética Médica (Resolução CFM 2.217/2018) e da LGPD; o anonimato vem da Resolução CFM 2.336/2023, que não abre exceção nem quando o paciente quer aparecer.
Consentimento por escrito
- Documento específico para uso de imagem, separado do termo da cirurgia; assinado depois da alta, não no dia da internação.
- Diz onde a imagem será usada, por quanto tempo e em que formato; prevê a revogação a qualquer momento, com a retirada das peças.
- Menor de idade: assinatura dos responsáveis. Nenhum desconto em troca da imagem.
Anonimato mesmo com consentimento
O paciente pode querer aparecer; a resolução não permite. Rosto inteiro, tatuagem, cicatriz característica, marcação de perfil e legenda "obrigada, paciente X" identificam. O enquadramento sem rosto é o padrão para corpo, e o recorte do terço médio é o padrão para rinoplastia; no lifting, a peça exige tarja que preserve o anonimato ou não sai.
LGPD para imagem de corpo
- Foto de corpo e de rosto de paciente é dado pessoal sensível: consentimento específico, finalidade declarada e armazenamento protegido.
- Acervo fora do celular pessoal da equipe; exclusão quando o paciente revoga, inclusive em redes e backups; nenhum "case" enviado a outros pacientes.
Imagem de banco e imagem de outro cirurgião
- Imagem de banco pode ilustrar conteúdo educativo, com a fonte citada e nunca como caso do consultório.
- Imagem de catálogo de prótese ou de outro cirurgião publicada como própria é publicidade enganosa, infração ética e violação de direito autoral, com denúncia frequente entre colegas.
- A foto do próprio acervo é a única que pode ser chamada de "resultado obtido neste consultório", com as condições da seção 2.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois: onde publicar e onde nunca publicar
O antes e depois educativo do cirurgião plástico tem três lugares: a página do procedimento no site, o Instagram com o mesmo texto e o Perfil da Empresa apontando para a página. Nunca vai em anúncio no Google Ads, onde a política de conteúdo sensível reprova a imagem de corpo e de antes e depois e pode suspender a conta inteira.
Página do procedimento no site
É o lugar que ranqueia e que as IAs citam. "Rinoplastia antes e depois" é busca real, e a página do procedimento com a galeria e o texto completo responde a ela, com o autor (CRM, RQE, SBCP), a faixa de valor e as perguntas frequentes. A IA que recebe "o que esperar de uma abdominoplastia" cita a página que explica evolução e complicações, não o post.
A mesma peça, com o mesmo texto na legenda e nos slides, e o link para a página na bio: carrossel com a foto no primeiro slide e indicação, evolução, fatores e complicações nos seguintes. Comentários pedindo avaliação de caso recebem convite à consulta presencial.
Perfil da Empresa
Publicação com o resumo educativo e o link para a página; nunca foto de paciente na galeria pública do Perfil.
Google Ads
O anúncio leva para a página do procedimento, sem imagem de paciente: "Rinoplastia · Cirurgião plástico membro da SBCP · Consulta de avaliação". O anúncio com antes e depois é reprovado pela plataforma e lido pelo Codame como promessa, porque o formato não comporta o texto obrigatório.
| Canal | Antes e depois educativo | Exigência |
|---|---|---|
| Página do procedimento no site | Sim, lugar principal | Texto completo indexável, autor com RQE e SBCP, consentimento arquivado |
| Sim, com o mesmo texto | Carrossel com texto completo; regras de nudez; sem responder caso em comentário | |
| Perfil da Empresa | Resumo com link | Sem foto de paciente na galeria pública |
| Google Ads | Não | Política de conteúdo sensível reprova; o anúncio leva para a página |
| Só em resposta a paciente em atendimento | Nunca em lista de transmissão nem como "case" |
Cirurgião plástico pode postar antes e depois de rinoplastia, mamoplastia, reparadora e menores: os casos sensíveis
Quatro situações exigem cuidado além da regra geral: a rinoplastia, porque a área operada é o rosto; a mamoplastia e a lipo, porque expõem o corpo e esbarram na política das plataformas; a reparadora, porque envolve doença; e os menores, porque o consentimento é dos responsáveis.
Rinoplastia e o rosto
- O anonimato exige recorte do terço médio ou tarja nos olhos; perfil e três quartos são os ângulos educativos.
- O texto informa que o edema da ponta leva até um ano para ceder e que retoque é possível: sem isso, a foto de 6 meses vira promessa.
Mamoplastia, lipoaspiração e o corpo exposto
- A 2.336/2023 permite a imagem educativa; Instagram e Google Ads têm regras próprias de nudez, e o mamilo exposto é removido ou reprovado: no site a galeria pode ser completa, na rede exige cobertura sem editar o resultado.
- Lipo e abdominoplastia: enquadramento do pescoço ao quadril, postura neutra, sem tatuagem e sem pose "sensual".
Reparadora: pós-bariátrica e reconstrução mamária
- A peça educativa da reparadora é a mais útil, porque mostra o que o convênio cobre e o que a cirurgia resolve.
- O texto explica o contexto clínico (perda de 50 kg, mastectomia) sem expor o diagnóstico de forma que identifique; sem comparação com estética.
Menores de idade: otoplastia e ginecomastia
- Consentimento dos responsáveis por escrito, com a concordância do adolescente registrada.
- Anonimato reforçado (uniforme, cabelo e brinco identificam) e preferência por desenho esquemático em vez de foto.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois: fiscalização pelo Codame e SBCP e como converter sem depender da imagem
A fiscalização da publicidade do cirurgião plástico é feita pelo Codame (Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos) de cada CRM, com base na Resolução CFM 2.336/2023 e no Manual de Publicidade Médica. O processo começa por denúncia (de paciente, de colega, de entidade) ou busca ativa nas redes e nos sites, passa por notificação e pode virar sindicância e processo ético-profissional. A SBCP recebe denúncias contra membros e pode aplicar sanções estatutárias próprias, além de encaminhar ao CRM. A responsabilidade é do cirurgião, não da agência.
O que a fiscalização olha em cirurgia plástica
- Antes e depois sem o texto de indicação, evolução, fatores e complicações.
- Paciente identificável, mesmo com consentimento, inclusive por tatuagem e cicatriz.
- Filtro, luz ou postura diferente entre o antes e o depois; promessa na legenda.
- Imagem publicada por médico sem RQE em cirurgia plástica.
- Antes e depois em anúncio pago, live de cirurgia, sorteio, imagem de outro cirurgião como caso próprio.
Converter sem depender da imagem
O antes e depois educativo ajuda o paciente a entender a cirurgia, mas não é o que converte o acesso em consulta. O que converte é a página do procedimento com a faixa de valor e o parcelamento, a página de segurança (hospital com UTI, anestesista, exames), o autor com RQE e SBCP e a Jornada do Paciente: quatro perguntas (procedimento e região, já fez consulta antes, particular ou reparadora por convênio, cidade) que levam ao WhatsApp qualificado, com resposta em cinco minutos e dois horários de consulta presencial. A página informa a faixa, não fecha orçamento por foto. Em páginas de cirurgia plástica, 3% a 6% dos acessos viram contato, 40% a 60% dos contatos viram consulta e 30% a 50% das consultas viram cirurgia, com ou sem galeria. Quem depende da foto vende expectativa; quem converte pela informação vende consulta.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois: checklist de 10 itens, erros e exemplo
Antes de publicar qualquer antes e depois, o cirurgião plástico revisa os dez itens abaixo. Se um deles falha, a peça não sai.
Checklist de publicação
- Finalidade educativa explícita: a peça ensina o que a cirurgia faz, para quem e como evolui.
- Procedimento dentro da especialidade com RQE; assinatura com nome, CRM, RQE e SBCP.
- Consentimento por escrito, específico para imagem, com revogação, arquivado no prontuário; responsáveis assinam no caso de menor.
- Paciente não identificável: sem rosto inteiro, nome, tatuagem, cicatriz característica, joia ou marcação de perfil.
- Fotos padronizadas: mesma luz, ângulo, distância, roupa e postura, sem filtro nem edição.
- Indicação e técnica descritas, sem marca de prótese como argumento.
- Evolução em 7 dias, um mês, 6 meses e um ano, com o resultado parcial informado.
- Fatores que pioram o resultado listados (tabagismo, peso, cicatrização, cinta, pós-operatório).
- Complicações listadas (seroma, hematoma, infecção, assimetria, cicatriz hipertrófica, necrose, contratura capsular).
- Sem promessa, superlativo ou comparação; canal correto (página e Instagram com texto; nunca Google Ads).
Os seis erros mais comuns
- Postar a foto com legenda "resultado incrível", sem evolução nem complicações.
- "Depois" com luz de estúdio, abdômen contraído e filtro; "antes" com luz fria e postura relaxada.
- Publicar o rosto da paciente de rinoplastia porque ela autorizou.
- Colocar o antes e depois em anúncio no Google Ads e perder a conta.
- Usar foto de congresso ou de catálogo de prótese como caso próprio.
- Responder em comentário "no seu caso a lipo HD resolve", indicando cirurgia sem consulta.
| Peça | Permitida | Proibida |
|---|---|---|
| Rinoplastia | Recorte do terço médio, evolução até 1 ano, retoque possível | Rosto inteiro, "nariz perfeito", foto de 1 mês como resultado final |
| Lipoaspiração | Pescoço ao quadril, peso estável, seroma e fibrose listados | Pose sensual, filtro, "barriga chapada garantida" |
| Abdominoplastia | Cicatriz mostrada, diástase explicada, necrose e seroma listados | Cicatriz apagada, "sem cicatriz" |
| Mamoplastia de aumento | Mamilo coberto na rede, prótese e via descritas, contratura capsular listada | Marca da prótese como promessa, "seios dos sonhos", live |
Exemplo
Um cirurgião plástico publicava quatro antes e depois por semana no Instagram, com rosto nas rinoplastias, filtro nos corpos e legenda "resultado natural garantido", e rodava um dos pares como anúncio no Google Ads. A conta de anúncios foi suspensa e, dois meses depois, chegou a notificação do Codame após denúncia de um colega. O cirurgião retirou as peças, criou o modelo de consentimento com revogação, padronizou as fotos e passou a publicar com o texto completo: indicação, técnica, evolução em quatro etapas, fatores e complicações. As peças migraram para as páginas de rinoplastia, abdominoplastia e mamoplastia do site, com o Instagram apontando para elas e o anúncio reativado só com texto. Em cinco meses, a página de rinoplastia ranqueava para "rinoplastia antes e depois", os contatos pelo site subiram de 11 para 38 por mês, com 14 consultas e 6 cirurgias, e o processo foi arquivado sem sanção.
Perguntas sobre cirurgião plástico pode postar antes e depois
Cirurgião plástico pode postar antes e depois
Pode, pela Resolução CFM 2.336/2023, em vigor desde março de 2024, só com finalidade educativa, dentro da especialidade com RQE em cirurgia plástica, sem identificar o paciente, sem edição, com indicação, técnica, evolução, fatores que prejudicam o resultado e complicações, e com consentimento por escrito.
O que mudou da Resolução 1.974/2011 para a 2.336/2023 no antes e depois de cirurgia plástica
A 1.974 proibia qualquer antes e depois; a 2.336 permite com finalidade educativa e condições (anonimato, sem edição, texto com indicação, evolução, fatores e complicações, RQE). Promessa, live de cirurgia e sorteio continuam proibidos; valor e parcelamento passaram a ser permitidos.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois no Instagram
Pode, com o mesmo texto obrigatório do site na legenda e nos slides, sem filtro, sem identificar o paciente, com mamilo coberto pela regra da plataforma e sem responder caso em comentário. A página do procedimento é o lugar que ranqueia para 'rinoplastia antes e depois'.
Cirurgião plástico pode usar antes e depois em anúncio no Google Ads
Não: a política de conteúdo sensível reprova antes e depois e corpo exposto e pode suspender a conta, e o formato não comporta indicação, evolução, fatores e complicações. O anúncio é só texto e leva para a página do procedimento, onde a galeria fica.
O paciente pode aparecer com o rosto se autorizar
Não. O consentimento por escrito é obrigatório, mas a Resolução CFM 2.336/2023 exige anonimato mesmo com consentimento: sem rosto inteiro, nome, tatuagem, cicatriz característica ou marcação de perfil. Na rinoplastia, o padrão é o recorte do terço médio.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois de mamoplastia e de menores de idade
Mamoplastia: pode, com o texto completo (prótese, via, contratura capsular) e o mamilo coberto nas redes. Menores (otoplastia, ginecomastia): só com consentimento dos responsáveis, anonimato reforçado e preferência por desenho esquemático.
Quem fiscaliza o antes e depois do cirurgião plástico
O Codame do CRM de cada estado, com base na Resolução CFM 2.336/2023, por denúncia ou busca ativa; a SBCP recebe denúncias contra membros e tem sanções estatutárias. O processo vai de notificação a sindicância; a responsabilidade é do cirurgião, não da agência.
Resumo · cirurgião plástico pode postar antes e depois
- Pode, desde março de 2024 a Resolução CFM 2.336/2023 permite antes e depois educativo; a 1.974/2011 proibia.
- Condições finalidade educativa, especialidade com RQE, sem identificação, sem edição, com indicação, evolução, fatores e complicações.
- A peça em plástica foto padronizada (luz, ângulo, distância, roupa, sem filtro, sem rosto) e texto com evolução em 7 dias, 1 mês, 6 meses e 1 ano, fatores (tabagismo, peso, cinta) e complicações (seroma, hematoma, assimetria, contratura capsular).
- Consentimento, revogação e LGPD consentimento específico por escrito com revogação; anonimato mesmo com consentimento; foto de corpo é dado sensível; nunca imagem de outro cirurgião.
- Onde publicar página do procedimento no site (ranqueia para 'antes e depois' e a IA cita), Instagram com o mesmo texto; nunca em Google Ads.
- Casos sensíveis rinoplastia com recorte do terço médio; mama e lipo com regras de nudez; reparadora com sobriedade; menores com responsáveis.
- Converter sem depender da imagem preço, segurança, RQE e SBCP e Jornada do Paciente até a consulta presencial: 3 a 6% dos acessos viram contato.
Cirurgião plástico pode postar antes e depois quando a peça ensina em vez de prometer: foto padronizada, paciente anônimo, texto com indicação, evolução, fatores e complicações, na página do procedimento. O Grupo KOP monta essa galeria dentro do CFM e a captação que converte pela informação, com a Jornada do Paciente em cada página; o caminho completo está em marketing para saúde e os valores em tabela de preços.